Educar....

Educar é realizar a mais bela e complexa arte da inteligência.
Educar é acreditar na vida, mesmo que derramemos lágrimas.
Educar é ter esperança no futuro, mesmo que os jovens nos decepcionem no presente.
Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.
Educar é ser um garimpeiro que procura os tesouros do coração.

In: Prefácio do livro Pais brilhantes, professores fascinantes, de Augusto Jorge Cury

Ser professor é...

Professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o
aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...
É consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original...
É entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...
É importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.
É ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".
É apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés..
É ser mãe, pai, irmão, avô,
É ser ciência, paciência.
É ser ação, é ser bússola, é ser farol.
É ser luz, é ser sol.
É ser artista, malabarista, pintor, escultor, doutor, musicólogo, psicólogo..

Mostrando postagens com marcador Pensar e Refletir.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pensar e Refletir.... Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A árvore dos problemas

Um homem contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu da seu carro furou quando ele deixou de ganhar uma hora de trabalho;a sua serra elétrica quebrou; e aí ele cortou o dedo, e finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa, e durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa.
"Ah", respondeu o carpinteiro, "esta é a minha planta dos problemas. Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte. E você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior."

Autor Desconhecido
O que você acha de praticarmos este aprendizado?
Felicidades. Enviar para o Twitter

Tem Pão Velho?

Tem Pão Velho? Era um fim de tarde de sábado. Eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco mais de 9 anos, dizendo: - Dona, tem pão velho? Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou Desde criança. Olhei para aquele menino tão nostálgico e perguntei: Onde Você mora? - Depois do zoológico. - Bem longe, hein? - É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer. - Você está na escola? - Não. Minha mãe não pode comprar material. - Seu pai mora com vocês? - Ele sumiu. E o papo prosseguiu, até que disse: - Vou buscar o pão. Serve pão novo? – Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente. Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança, daquele menino de apenas 9 anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo, de uma conversa amiga. Caros amigos, quantas lições podemos tirar desta resposta: "Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente!" Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor! Alguns anos já se passaram e continuam pedindo "pão velho" na minha casa... e eu dando "pão novo", mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem. Este pão de amor não fica velho, porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse: "Eu sou o pão da vida!" Verifique quantas pessoas talvez estejam esperando uma só palavra sua...

Ana Luiza Tocafu

Reflita...

Enviar para o Twitter

Abraço

Enviar para o Twitter

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Só se aprende a cozinhar cozinhando

                                                                              Laura Monte Serrat Barbosa



Era uma vez um aprendiz de cozinheiro que estava "louquinho" para colocar a mão na massa. Não via a hora de começar a freqüentar as aulas para aprender a fazer quitutes e a decorá-los como sempre imaginara.

Estava ansioso pela primeira aula. Seu coração estava disparado naquela manhã em que iniciaria seu curso. Levantou muito cedo, tomou banho, perfumou-se, pegou o material, tomou seu café e partiu rapidamente para a cozinha experimental, onde teria aula. Junto com ele outros aprendizes aguardavam, igualmente ansiosos, quando finalmente entrou o mestre-cuca Romeu.

Alto e esguio, ele não se parecia em nada com o mestre-cuca idealizado pelos alunos - um tipo mais gordinho, por experimentar as coisas gostosas que fazia. Além de alto, tinha um bigode muito certinho, o uniforme impecável, as unhas feitas e esmaltadas, indicando ser uma pessoa organizada e exigente com a limpeza e com a aparência.

Romeu iniciou a aula dizendo: "Hoje vamos falar de facas. Vocês vão conhecer as várias facas, aprender sua utilidade e a distingui-las rapidamente."

Decepção geral. Todos esperavam aprender a cozinhar, mas passaram a manhã aprendendo sobre facas. No dia seguinte, tiveram aula sobre colheres e conchas; depois, sobre panelas e vasilhas; mais tarde, sobre como descascar legumes; no outro dia, aprenderam alguns macetes de como limpar carnes. Depois de alguns meses, os alunos já haviam tido muitas aulas. Já sabiam limpar peixes, preparar alguns temperos, fazer arroz de várias formas, mas nunca tinham feito uma refeição completa. Aprendiam, em cada aula, uma parte importante da culinária: ora sobre grãos, ora sobre verduras, ora sobre frutas, ora sobre sobremesas, ora sobre instrumentos, e assim por diante.

Os alunos que tanto queriam aprender a cozinhar já estavam desanimados. Mais ouviam sobre o modo de fazer do que faziam e, o que era pior, nas aulas práticas só podiam ficar observando o mestre-cuca, para aprender o jeito certo de cozinhar.

O que era um desejo passou a ser uma tortura, e os aprendizes de cozinheiro já não queriam mais saber de cozinhar, nem de aprender qualquer coisa relacionada ao assunto.

Até iam para a aula, mas preferiam ficar jogando truco no bar da esquina a ouvir do mestre-cuca macetes de temperos, a simular refeições, a memorizar o tempo de descongelamento em relação ao peso do alimento e a potência do forno em relação ao cozimento do prato, a preparar conservas virtualmente e a aprender outras táticas necessárias para passar na "Grande Prova Cozinhalar", em que eram selecionados os melhores aprendizes de cozinheiro. Os vencedores dessa prova entravam num curso ministrado na maior cozinha experimental do mundo, onde iriam aprender a ser cozinheiros de verdade.

O aprendiz de cozinheiro então pensou que talvez fosse por isso que os aprendizes de cozinheiro faziam de conta o tempo todo. Iam perdendo o ânimo diante do grande tempo de aprendizagem que precisavam para, um dia, realizarem o grande sonho de cozinhar uma refeição completa, de verdade, sem simulação e sem o controle exagerado do mestre-cuca, que, até então, só se preocupava com a realização correta de todas as ações necessárias dentro de uma cozinha experimental.

"Puxa! Como é difícil aprender a cozinhar", pensou o aprendiz de cozinheiro. "Começamos o aprendizado quando completamos dois anos de idade e terminamos com mais ou menos 23 ou 24 anos, isso se não desanimarmos muito e nem precisarmos repetir alguns tópicos por recomendação do mestre-cuca Romeu."

Por que será que Romeu não ensinava a cozinhar cozinhando? Por que não ensinava a usar as facas e colheres usando-as? Por que os alunos não aprendiam a fazer uma refeição por inteiro, e sim aos pedaços?

Deve ser por isso que os aprendizes de cozinheiro não queriam aprender a cozinhar e nem ouvir falar em ir para a cozinha experimental. Já imaginou que desastre se todos os aprendizes de cozinheiro desistissem de aprender a cozinhar?

Como iríamos alimentar o mundo se cozinhar fosse visto como algo desnecessário, enfadonho, moroso e sem significado?

Talvez fosse por isso que os outros aprendizes gostavam de ir para a cozinha do professor Pichô. Lá, eles ficavam à vontade ao mesmo tempo que estavam aprendendo. Já desde os primeiros anos, aprendiam a cozinhar para a vida e, melhor ainda, enquanto ela estava sendo vivida. Isso dava um sentido para o aprender.

Os alimentos ora eram trabalhados individualmente, ora em relação a outros, e os alunos faziam interagir sabores, temperos e combinações diferentes. O uso das facas e colheres ia sendo aprendido enquanto se cozinhava.

Os sentimentos de realização, ou de aflição diante de uma receita nova, ou de medo de que os outros não gostassem eram trabalhados ao mesmo tempo que o aprendiz ia aprendendo e fazendo.

Deve ser por isso que o aprendiz de cozinheiro preferiu uma cozinha quentinha, dialética e humanizada ao invés de uma fria e experimental.

Caro educador, pense nisso e reflita sobre a fome de conhecimento, sobre a desnutrição cultural e de valores, sobre a dificuldade que estamos tendo de, em 22 anos, entregar a um sujeito os mantimentos e confiar na sua capacidade de preparar a sua própria refeição e a de seus iguais.

Enviar para o Twitter

sábado, 5 de dezembro de 2009

DESEJOS DE NATAL

DESEJOS DE NATAL


Senhor, quisera neste Natal

armar uma árvore dentro do meu coração

e nela pendurar, em vez de presentes,

os nomes de todos os meus amigos.

Os amigos de longe e os de perto.

Os antigos e os mais recentes.

Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro.

Os sempre lembrados e os que às vezes ficam esquecidos.

Os das horas difíceis e os das horas alegres.

Os que sem querer magoei ou, sem querer me magoaram.

Aqueles a quem conheço profundamente e aqueles que me são conhecidos apenas pelas aparências.

Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo.

Meus amigos humildes e meus amigos importantes.

Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida.

Uma árvore de raízes muito profundas, para que seus nomes

nunca mais sejam arrancados do meu coração.

De ramos muito extensos, para que novos nomes,

vindos de todas as partes, venham juntar-se aos existentes.

De sombra muito agradável,

para que nossa amizade seja um momento de repouso,

nas lutas da vida.

Que o Natal esteja vivo

em cada dia do Ano Novo que se iniciará,

para que as luzes e cores da vida

estejam presentes em toda a nossa existência,

e concretizem com a ajuda de Deus,

todos os nossos desejos.

Feliz Natal! Enviar para o Twitter

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

SER PROFESSOR

Se alguém lhe perguntasse qual é a mais nobre das profissões, o que você responderia?Talvez a resposta correta seja: todas. Todas as que são exercidas com nobreza.Todavia, há uma profissão da qual praticamente todas as demais dependem: é a de professor.Esse profissional é o grande responsável pela formação intelectual dos seres que passam pelas salas de aula. E não são poucos.O professor é quase um segundo pai, e a professora, uma segunda mãe, já que têm o poder de influenciar sobremaneira na formação dos caracteres de seus alunos.Por isso, a profissão do educador é uma das mais nobres e também de grande responsabilidade.Se todo professor tivesse consciência da gravidade da ação que exerce sobre seus educandos, certamente a nossa sociedade seria melhor.Não queremos dizer que toda responsabilidade pese sobre o professor, mas grande parte dela, já que os pais são os maiores responsáveis pela conduta moral dos filhos.No entanto, há professores e professores.Há aqueles que não passam de comerciantes da educação. Dão suas aulas como quem se desincumbe de pesado fardo, pensando no valor que recebem no final do mês.Há os indiferentes, que dão aulas de forma maquinal, não se esforçam nem para sair da mesmice, que os alunos já não suportam mais.Há aqueles que são o exemplo vivo da deseducação. Sentam-se na mesa, gritam para serem ouvidos, esmurram a mesa ou o quadro para chamar a atenção dos educandos.Há também os que pensam que crianças são adultos em miniatura. Não usam a criatividade nem para buscar o aperfeiçoamento pessoal e fazem apenas o que seus superiores lhes ditam.Ser professor, no verdadeiro sentido da profissão, é ajudar a formar cidadãos de bem. É conhecer a intimidade do aluno e procurar extrair o que tem de melhor em sua intimidade, ajudando-o a reformular o que tenha que ser repensado.Ser professor é estar sempre em busca do próprio aperfeiçoamento, para melhor servir.É buscar sempre o que tem de melhor, para oferecer aos seus educandos.É jamais se conformar com os desafios, por mais imponentes que sejam.Ser professor é descobrir em cada aluno seu universo de potencialidades e ajudá-lo a desenvolvê-las.Ser professor é muito mais do que passar teorias e conceitos. É edificar pelo próprio exemplo.É romper com os modelos ultrapassados de incutir na cabeça do educando fórmulas prontas. É incentivar a criatividade, permitindo o surgimento de mentes mais preparadas para a construção de um mundo novo, onde não haja lugar para o preconceito, para a hipocrisia, nem para a subjugação dos mais fracos.Ser professor, finalmente, é poder aplicar o amor na sua mais expressiva manifestação de sublimidade. É fazer brilhar no íntimo de cada aluno, a chama sagrada que o criador ali depositou.O nobre professor é abençoado maestro que consegue retirar dessa harpa viva que é o coração da criança, a mais sublime musicalidade.Sabe dedilhar nas cordas mais sutis da alma juvenil, a canção do dever e da justiça.Consegue despertar nas almas que lhe ouvem os sábios conselhos, a mais harmoniosa melodia da esperança, da fé e do amor sem limites.(Equipe de Redação do Momento Espírita) Enviar para o Twitter

Virtudes e defeitos

É notável como conseguimos ver, todos os dias, a todos os instantes, os defeitos alheios.
Dificilmente encontraremos alguém que não se mostre propenso a apontar erros e absurdos dos outros.
Muitos casamentos acabam porque marido e mulher passam a ver tanto os defeitos um do outro, que se esquecem que se uniram porque acreditavam se amar.
Amigos de infância, certo dia, se surpreendem a descobrir falhas de caráter um no outro. Desencantados se afastam, perdendo o tesouro precioso da amizade.
Colegas de trabalho culpam o outro por falhas que, em verdade, em muitos casos, é da equipe como um todo.
Foi observando esse quadro que alguém escreveu que os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, estão colocadas as qualidades positivas, as virtudes de cada um. Na sacola de trás são guardados todos os defeitos, as paixões, as más qualidades do Espírito.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito.
Ao mesmo tempo, reparamos de forma impiedosa, nas costas do companheiro que está à frente, todos os defeitos que ele possui.
Assim nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.
A imagem é significativa e nos remete à reflexão. Talvez seja muito importante que saiamos da fila indiana e passemos a andar ao lado do outro.
E, no relacionamento familiar, profissional, social em geral, que nos coloquemos de frente um para o outro. Aí veremos as virtudes nossas, que devem ser trabalhadas, para crescerem mais e também as virtudes do outro.
Com certeza nos surpreenderemos com as descobertas que faremos.
Haveremos de encontrar colegas de trabalho que supúnhamos orgulhosos, como profissionais conscientes, dispostos a estender as mãos e laborar em equipe.
Irmãos que acreditávamos extremamente egoístas, com capacidade de ceder o que possuam, a bem dos demais membros da família.
Pais e mães que eram tidos como distantes, em verdade estarem ávidos por um diálogo aberto e amigo.
Esposos e esposas que cultivavam amarguras, encontrarem um novo motivo para estarem juntos, redescobrindo os encantos dos dias primeiros do namoro.
* * *
A crítica só é válida quando serve para demonstrar erros graves que possam causar prejuízo para os outros ou quando sirva para auxiliar aquele a quem criticamos.
Portanto, resistir ao impulso de ressaltar as falhas dos outros, exercitando-nos em perceber o que eles tenham de positivo, é a meta que devemos alcançar.
Não esqueçamos de que se desejamos que o bem cresça e apareça, devemos divulgá-lo sempre.
Falar bem é fazer o bem. Apontar o belo é auxiliar outros a verem a beleza.
Redação do Momento Espírita, com base no
texto Sem olhar para trás, de Gilberto Nucci.
Em 21.09.2009. Enviar para o Twitter

segunda-feira, 25 de maio de 2009

OUSE VOAR


OUSE VOAR

O passo a mais que damos a cada caminhada é o que nos coloca mais próximos de tudo o que ainda podemos ser.
A tentativa além, um pouco a mais além , de todas as que já fizemos é a que mais claramente revelado do que somos capazes, até onde podemos chegar.
Quantos de nós nos entregamos antes mesmo de tentar. Pela simples dificuldade de perceber que é possível ultrapassar o limite do círculo que em torno de nós, ao longo da vida, traçamos.
Quantas vezes estivemos na eminência de girar a maçaneta da porta que nos levaria da escuridão à claridade e não o fizemos simplesmente por não aceitar o impulso livre, soberano e intuitivo que conduzia nossas mãos a girar, por não acreditar na liberdade e na própria intuição?
Quantas vezes você ouviu seu coração? Sem temer, sem limitar, sem pré conceber e sem pré julgar, sem se prender, deixando-se levar pelo prazer de descobrir, correr riscos e realizar, voar mais alto.
Pobre quem põe a nuvem do medo diante dos olhos.
Que prefere fugir sem se dar o direito de praticar o sonho.
Tem aquele que sem saber que era impossível, foi lá e fez.
O verdadeiro poder é de quem ousa!!
Esta é a sua vez.


Então amigo(a)...

Enviar para o Twitter

A Canoa

A Canoa


Em um largo rio, de difícil travessia, havia
um barqueiro que atravessava as pessoas
de um lado para o outro. Em uma das viagens,
iam um advogado e uma professora. Como quem
gosta de falar muito, o advogado pergunta ao
barqueiro: Companheiro, você entende de leis?
Não, respondeu o barqueiro.
E o advogado compadecido: É pena, você
perdeu metade da vida.
A professora muito social, entra na conversa:
Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
Também não, respondeu o barqueiro.
Que pena! Condói-se a mestra - Você perdeu metade
de sua vida! Nisso chega uma onda bastante forte e
vira o barco. O barqueiro preocupado, pergunta:
Vocês sabem nadar?
NÃO! Responderam eles rapidamente.
Então é uma pena - Conclui o barqueiro. Vocês perderam
toda a vida.

Não há saber maior ou saber menor.
Há saberes diferentes.
PAULO FREIRE

Pense nisso e valorize todas as pessoas
com as quais tenha contato.
Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar..
Enviar para o Twitter

DOIS REMOS

DOIS REMOS
"Um viajante ia caminhando às margens de um grande rio.
Seu objetivo era chegar à outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.
A voz de um homem de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido era provido de dois remos de carvalho.
Logo os seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo.
Ao colocar os pés dentro do barco o viajante observou que eram duas palavras.
Num dos remos estava escrito Acreditar e no outro Agir.
Curioso, o viajante perguntou a razão daquelas palavras nos remos.
O barqueiro então pegou o remo chamado Acreditar e começou a remar.
O barco começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava.
Em seguida, pegou o remo chamado Agir e começou a remar.
Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente, e o barco, então, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas, chegando ao outro lado do rio.
Então, o barqueiro disse ao viajante:— Este porto se chama autoconfiança.
É preciso Acreditar e também Agir para que possamos alcançá-lo".
Enviar para o Twitter

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Educar....

Educar....


Educar é realizar a mais bela e complexa arte da inteligência.

Educar é acreditar na vida, mesmo que derramemos lágrimas.

Educar é ter esperança no futuro, mesmo que os jovens nos decepcionem no presente.

Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.

Educar é ser um garimpeiro que procura os tesouros do coração.


In: Prefácio do livro Pais brilhantes, professores fascinantes, de

Augusto Jorge Cury
Enviar para o Twitter